<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
	>

<channel>
	<title>Dreams in Colour</title>
	<atom:link href="http://dreamsincolour.wordpress.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://dreamsincolour.wordpress.com</link>
	<description>Crítica Musical, Televisiva e Cinematográfica</description>
	<lastBuildDate>Sun, 19 Apr 2009 19:15:24 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
	<language>pt</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<cloud domain='dreamsincolour.wordpress.com' port='80' path='/?rsscloud=notify' registerProcedure='' protocol='http-post' />
<image>
		<url>http://www.gravatar.com/blavatar/165b9e5dde07fb2b58e30adafa712592?s=96&#038;d=http://s.wordpress.com/i/buttonw-com.png</url>
		<title>Dreams in Colour</title>
		<link>http://dreamsincolour.wordpress.com</link>
	</image>
			<item>
		<title>Dawson&#8217;s Creek</title>
		<link>http://dreamsincolour.wordpress.com/2009/04/19/dawsons-creek/</link>
		<comments>http://dreamsincolour.wordpress.com/2009/04/19/dawsons-creek/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2009 16:32:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dawson's Creek]]></category>
		<category><![CDATA[The O.C]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dreamsincolour.wordpress.com/?p=88</guid>
		<description><![CDATA[ 


Nome original: Dawson’s Creek     Nome traduzido: Dawson’s Creek     Temporadas: 6     Ano: 1998     Criador: Kevin Williamson
&#160;
 [Contêm spoilers]
&#160;
&#160;
James Van Der Beek foi quem deu a vida a Dawson durante seis anos naquela que foi, para mim, a melhor série [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dreamsincolour.wordpress.com&blog=4755361&post=88&subd=dreamsincolour&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="justify"><a href="http://images.starpulse.com/Photos/Previews/Dawsons-Creek-tv-s02.jpg"><img title="image" style="display:inline;border-width:0;margin:5px 5px 5px 0;" height="319" alt="image" src="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/04/image1.png?w=256&#038;h=319" width="256" align="left" border="0" /></a> </p>
<p align="justify"><strong></strong></p>
<p align="justify"><strong></strong></p>
<p align="justify"><strong>Nome original:</strong> Dawson’s Creek     <br /><strong>Nome traduzido</strong>: Dawson’s Creek     <br /><strong>Temporadas:</strong> 6     <br /><strong>Ano:</strong> 1998     <br /><strong>Criador:</strong> Kevin Williamson</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p> <font color="#ff0000"><strong>[Contêm spoilers]</strong></font>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">James Van Der Beek foi quem deu a vida a Dawson durante seis anos naquela que foi, para mim, a melhor série teen de sempre. <i>Dawson’s Creek</i> era simples, tocante e humilde, de uma forma que nenhuma série foi ou irá alguma vez ser.</p>
<p align="justify"><i>Dawson&#8217;s Creek</i> tem todo um universo particular de uma série comum e incomum ao mesmo tempo. Partindo do princípio, esta série conta as histórias de adolescentes amadurecendo numa pequena cidade litoranea dos Estados Unidos (<strong>Capeside</strong>, Massachusetts). Como qualquer outra produção que trate o período de transição mais conflituoso da vida do ser humano, retrata questões retiradas directamente da realidade do mundo &quot;teen&quot;. Por esse facto, ela agrada a gregos e troianos. Nos seus episódios, consegue reunir humor e drama com simplicidade e inteligência. Mas não limitemos o fantástico mundo da aclamada série de Kevin Williamson às similaridades com outras séries do mesmo género.</p>
<p align="justify"><a href="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/04/image2.png"><img title="image" style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" height="226" alt="image" src="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/04/image-thumb1.png?w=393&#038;h=226" width="393" border="0" /></a> Dawson, Joey, Jen, Jack e Pacey são os personagens principais, jovens de classe média que, longe da modernidade e de todas as oportunidades que uma grande metrópole oferece, passam então a exercer uma actividade que se torna o tema principal da série: <strong>viver</strong> e <strong>sonhar</strong>.     <br />Vale a pena analisar que os adolescentes retratados na série não representam adolescentes-<em>padrão</em>. E é aí que entram as peculiaridades de <em>Dawson&#8217;s Creek</em>. Os <u>diálogos</u> são quase sempre extensos e repletos de citações de autores ilustres. Gírias são praticamente ausentes. Falam como adultos cultos, inteligentes, instruídos; mas diferenciam-se porque tratam através dessa visão o universo jovem. Os diálogos são ricos e encantadores. Joey é a personagem campeã. Ela encabeça cada situação da vida como um problema com infinitas soluções e possibilidades. Ela mostra-nos que não há um &quot;happy ending&quot;, mas sim situações felizes e o momento certo para vive-las.     <br />A <strong>amizade</strong> é tratada na série como elementar. Esse é o grande elo dos personagens. A amizade verdadeira, pura e bela. E indispensável. Há tanta beleza em <em>Dawson&#8217;s Creek</em>, exactamente porque o <u>cenário é simples</u>, os <u>actores são excelentes</u> e o <u>roteiro é profundo</u>. Esses são os ingredientes necessários para a receita de uma obra-prima televisiva ou cinematográfica. Usando a analogia, podemos reflectir sobre os ingredientes necessários para o alcançar da felicidade em nossas vidas. Mas para provar a receita, é preciso juntar os ingredientes certos, como fizeram os produtores de <em>Dawson&#8217;s Creek</em>.</p>
<p align="justify">A verdade é que é a série que tem, certamente, os diálogos mais inteligentes – embora nem sempre muito realistas – o maior número de prémios, e o maior sucesso de crítica e público. Será que Kevin Williamson, criador de <em>Dawson&#8217;s Creek,</em> imaginou colher tantos louros ao colocar no papel uma história baseada na sua adolescência na Carolina do Norte?     <br />Talvez sim. Antes mesmo de estrear na TV (em Janeiro de 1998 nos EUA), a série já tinha fechado gordos acordos publicitários. E assim <em>Dawson&#8217;s Creek</em> se tornou um dos principais representantes da temática &quot;teenage angst&quot;, os tão falados e pouco compreendidos medos e ansiedades da adolescência, tendo sido também a série que inspirou grandes êxitos posteriores como <em>The O.C</em> e <em>One Tree Hill</em>.</p>
<p align="justify">Mas a 14 de Maio de 2003 a série terminou. Para muitos foi o final da maior série teen de sempre, para outros o inicio de uma jornada que, sob a inspiração de <em>Dawson’s Creek</em>, iria fazer aparecer mais séries teen. E realmente, meses depois, apareceu <em>The O.C</em>.</p>
<p align="justify">Um tema muito falado e discutido é realmente a “rivalidade” entre <em>The O.C</em> e <em>Dawson’s Creek</em> que, na minha opinião, é completamente desnecessária. É nítida a inspiração de Josh Schwartz em <em>Dawson’s Creek</em>, mas isso seria impossível impedir visto que <em>Dawson’s Creek</em> foi a série mais famosa e conhecida de sempre neste género. Sendo eu fã das duas séries, uma coisa retenho: estas duas séries completam-se, formando um conjunto perfeito.</p>
<p align="justify"><a href="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/04/image3.png"><img title="image" style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" height="243" alt="image" src="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/04/image-thumb2.png?w=337&#038;h=243" width="337" border="0" /></a> Se <em>Dawson’s Creek</em>, com a sua bonita paisagem e dilemas adolescentes nos fez crescer, <em>The O.C</em> com os seus dramas mais juvenis fez-nos concluir e apaziguar esse crescimento. Daí acreditar que quem viu <em>The O.C</em> vendo <em>Dawson’s Creek</em> antes, viu a criação de Josh Schwartz de maneira completamente diferente.</p>
<p align="justify">Apesar de colocar em <em>The O.C</em> o rótulo de “série preferida”, no que diz respeito a séries teens coloco <em>Dawson’s Creek</em> logo na segunda posição, e dizendo que, em termos de aproveitamento e qualidade, esta última bate a criação de Josh Schwartz.</p>
<p align="justify"><a href="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/04/image4.png"><img title="image" style="display:inline;border-width:0;margin:5px 0 5px 5px;" height="192" alt="image" src="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/04/image-thumb3.png?w=154&#038;h=192" width="154" align="right" border="0" /></a> Se crescer dói, Dawson que o diga. Ele é um sonhador convicto, apaixonado por cinema, fã de Spielberg e quer ser director de cinema tal qual o seu grande ídolo. No inicio da série ele chega até a ser meio “tolo”, dos personagens principais é o que mais demora para amadurecer.</p>
<p align="justify"><a href="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/04/image5.png"><img title="image" style="display:inline;border-width:0;margin:5px 5px 5px 0;" height="191" alt="image" src="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/04/image-thumb4.png?w=142&#038;h=191" width="142" align="left" border="0" /></a> Joey é o contraste de Dawson. Se ele é um sonhador, Joey é realista…demais. Perdeu a mãe muito cedo, o pai é presidiário e ela ainda trabalha devido à falta de dinhiro. Viveu a maior parte da série apaixonada por Dawson, já que eles são amigos desde crianças, sendo muito íntimos um do outro. Determinada e uma das mais inteligentes da escola, sonha em ir logo para a universidade e sair de Capeside.</p>
<p align="justify"><a href="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/04/image6.png"><img title="image" style="display:inline;border-width:0;margin:5px 0 5px 5px;" height="198" alt="image" src="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/04/image-thumb5.png?w=133&#038;h=198" width="133" align="right" border="0" /></a> Pacey é o “pateta” da turma. Ele é o personagem favorito de muitos fãs. Mesmo sendo constantemente deixado de lado pelo o seu pai, é de uma dignidade e humanidade impressionante. E acaba por se tornar o bom rapaz que toda mãe iria querer como genro. É o que completa o trio de amigos, com Dawson e Joey, de longa data.</p>
<p align="justify"><a href="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/04/image7.png"><img title="image" style="display:inline;border-width:0;margin:5px 5px 5px 0;" height="217" alt="image" src="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/04/image-thumb6.png?w=131&#038;h=217" width="131" align="left" border="0" /></a> Jen é sem dúvida é a mais vivida deles. Morava em Nova Iorque com os pais e sempre foi muito precoce. Começou por beber demasiado cedo, começou a fumar demasiado cedo, usou drogas demasiado cedo, fez sexo demasiado cedo. Por estes e outros motivos foi mandada para Capeside para morar com a avó, na esperança de “endireitar” a moça. Jen é uma personagem extremamente bem construída e forte, acabando por virar uma excelente pessoa e mulher.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify"><a href="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/04/image8.png"><img title="image" style="display:inline;border-width:0;margin:5px 0 5px 5px;" height="204" alt="image" src="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/04/image-thumb7.png?w=144&#038;h=204" width="144" align="right" border="0" /></a> </p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">E não menos importante, Jack. Jack sai do armário e revela-se gay na segunda temporada. Tudo bem até então, mas como é de se esperar ele sofre muitos preconceitos no decorrer da série, mas acaba dando a volta por cima e termina a série muito bem. É uma personagem muito forte e de muito peso.</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">O lado engraçado de Dawson’s Creek é que, 10 anos depois, as tramas, as conversas inteligentes, as imaturidades emocionais, os dramas adolescentes, a descoberta do amor, do sexo, da traição e da amizade, continuam temas completamente actuais. É uma série na qual quando menos se espera, está-se totalmente amarrado à trama. Acabamos-nos por nos envolver, emocionar e divertir com os acontecimentos de Capeside. Sem contar o triangulo amoroso entre Dawson-Joey-Pacey, o centro da série.</p>
<p align="justify">Eu estou a rever a série. E sente-se nostalgia…muita nostalgia. Pela época que via Dawson’s Creek e pela época que passava pelos mesmos dilemas e dúvidas. É o efeito desta série que, sem dúvida, vale muito a pena de ser vista, apesar de já ter terminado.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dreamsincolour.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dreamsincolour.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dreamsincolour.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dreamsincolour.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dreamsincolour.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dreamsincolour.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dreamsincolour.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dreamsincolour.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dreamsincolour.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dreamsincolour.wordpress.com/88/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dreamsincolour.wordpress.com&blog=4755361&post=88&subd=dreamsincolour&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dreamsincolour.wordpress.com/2009/04/19/dawsons-creek/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">Ceresia</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/04/image1.png" medium="image">
			<media:title type="html">image</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/04/image-thumb1.png" medium="image">
			<media:title type="html">image</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/04/image-thumb2.png" medium="image">
			<media:title type="html">image</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/04/image-thumb3.png" medium="image">
			<media:title type="html">image</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/04/image-thumb4.png" medium="image">
			<media:title type="html">image</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/04/image-thumb5.png" medium="image">
			<media:title type="html">image</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/04/image-thumb6.png" medium="image">
			<media:title type="html">image</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/04/image-thumb7.png" medium="image">
			<media:title type="html">image</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Franz Ferdinand + Músicas para ouvir em dias de chuva #1</title>
		<link>http://dreamsincolour.wordpress.com/2009/02/01/franz-ferdinand-musicas-para-ouvir-em-dias-de-chuva-1/</link>
		<comments>http://dreamsincolour.wordpress.com/2009/02/01/franz-ferdinand-musicas-para-ouvir-em-dias-de-chuva-1/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 01 Feb 2009 19:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Franz Ferdinand]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dreamsincolour.wordpress.com/?p=76</guid>
		<description><![CDATA[Antes de mais, é um gosto enorme escreve neste blog, não só por ser o blog da minha filha mas também por ser um blog muito soft onde se respira música, e mais recentemente filmes e séries. Onde se respira cultura.
A Filipa pediu-me para fazer um pequeno comentário ao último projecto da banda escocesa Franz [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dreamsincolour.wordpress.com&blog=4755361&post=76&subd=dreamsincolour&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Antes de mais, é um gosto enorme escreve neste <em>blog</em>, não só por ser o blog da minha filha mas também por ser um blog muito <em>soft</em> onde se respira música, e mais recentemente filmes e séries. Onde se respira cultura.</p>
<p>A Filipa pediu-me para fazer um pequeno comentário ao último projecto da banda escocesa <strong>Franz Ferdinand</strong>. Posso dizer que sou um apreciador destes quatros jovens, pela sua postura, pela sua música e, acima de tudo, pelo o seu admirável carisma. Não irei alongar muito o passado desta banda, visto que a Filipa já fez uma bela crítica sobre os mesmos.</p>
<p>Há cinco anos – e dois álbuns – que os Franz Ferdinand vinham avisando o seu público. Alex Kapranos – um dos mais influentes personagens que o século XXI deu a conhecer (os Kaiser Chiefs que o digam) – e companhia nunca o esconderam e desde logo avisaram: &#8220;fazemos música para as meninas dançarem&#8221;, diziam eles. Finalmente compreendemo-los.</p>
<p><img src="/DOCUME~1/ADMINI~1/DEFINI~1/Temp/moz-screenshot.jpg" alt="" /><img src="/DOCUME~1/ADMINI~1/DEFINI~1/Temp/moz-screenshot-1.jpg" alt="" /><img class="alignleft" style="border:0 none;margin:5px;" title="tonight franz ferdinand" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/6/66/Tonight-FF.jpg/200px-Tonight-FF.jpg" alt="" width="200" height="200" />É verdade que a componente retro da estreia (Franz Ferdinand) e o nervo rock do segundo álbum (You could have it so much better with Franz Ferdinand) vinham sempre acompanhados com alguma da melhor música <em>gingona</em> – &#8220;Take me out&#8221; e &#8220;Do you want to&#8221; são autênticas pérolas da melhor indie-pop dançável –, mas é chegados a Tonight: Franz Ferdinand – mais um disco com o nome da banda no título – que a banda revela o seu amor pelos sintetizadores.</p>
<p>À primeira faixa, uma certeza: mais um single fortíssimo e mais um momento de grande inspiração, &#8220;Ulysses&#8221;. Segue-se &#8220;Turn it on&#8221; e é difícil não nos vir à mente esse género a que se convencionou chamar new-rave e os seus propulsores, os Klaxons. &#8220;Bite Hard&#8221; não ficaria mal em qualquer um dos discos dos Kaiser Chiefs. Começa em modo baladeiro &#8211; ameaçando tornar-se numa &#8220;Eleanor Put Your Boots On Part 2&#8243; &#8211; e explode numa das canções mais frenéticas do disco. As surpresas são guardadas para &#8220;What she came for&#8221; e &#8220;Lucid Dreams&#8221;. A primeira tem uns 20 segundos finais punk (?) e a segunda tem quase oito minutos, parece uma jam com sintetizadores e guitarras à bulha e parece separar o álbum em dois – que é como quem diz &#8220;Hey! acabou-se a festa, agora passamos a ser rapazes bem comportados. Afinal de contas as meninas também apreciam a nossa veia baladeira.&#8221;</p>
<p>Haverá nesta década rapazes mais confiáveis que os Franz Ferdinand? Que me lembre não.<br />
A verdade é que não há muito tempo atrás, o trauma de todas as bandas de rock era o famigerado segundo disco, que, na teoria, funcionava como comprovação, ou não, do grupo em questão. Hoje em dia &#8211; apesar de a maioria das bandas mal sair da internet &#8211; parece que o problema está mesmo no terceiro álbum. Casos recentes comprovam isso: Kaiser Chiefs lançaram um disco mediano e os Bloc Party o mesmo.</p>
<p>Depois de quatro anos de intervalo em relação ao disco anterior, You Could Have It So Much Better, e de concertos eletrizantes no mundo inteiro (Portugal tem uma marca indiscutível dos mesmo no SBSR e mais recentemente, salvo alguns problemas, no Sudoeste), Tonight:Franz Ferdinand vem matar muitas saudades. E mata-as muito bem.</p>
<p>Mas, no final das contas, deixando as referências de lado e analisando o disco apenas por aquilo que se ouve, Tonight: Franz Ferdinand é um suspiro de boa música neste ano que começa. Se em 2008 muitas das grandes bandas lançaram discos de qualidade duvidosa e a eleição dos melhores acabou nas mãos de figuras desconhecidas como Fleet Floxes e Bon Iver, este 2009 já começa com uma bela promessa para as listas que sairão daqui a onze meses. É esperar para ver.</p>
<h1>8/10</h1>
<p>Após uma questão que a Filipa me pôs, decidi juntar a este post uma música que é bastante agradável de se ouvir em dias como os últimos.<br />
Esta música é de Alela Diane. Alela é um nome invulgar…um nome que deve ao seu irmão, de 3 anos que foi o responsável pela escolha que é dar o nome a alguém. Nasceu no dia 20 de Abril de 1983 em Nevada City, Califórnia. Cedo entrou no mundo da música. Os seus pais eram músicos <em>folk</em>. Eram comuns os serões ao som deste tipo de música e quando se lhe pergunta com que idade começou a cantar, ela responde “desde que me lembro”. No entanto, só aos 19 anos é que se interessou realmente pela música, descobriu que era o que queria fazer para o resto da vida. Na companhia de uma solitária guitarra acústica, foi em 2003 que Alela escreveu as suas primeiras canções, durante o divórcio dos pais. Uns meses depois já tinha uma compilação de músicas que gravou caseiramente sob nome de “Forest Parade” e rapidamente divulgou pela família e amigos. Em 2004, durante uma viagem pela Europa escreveu um punhado de canções que viriam a dar origem a The Pirate’s Gospel. Acompanhada apenas de uma mochila e da sua guitarra, andou um mês no meio do desconhecido, numa viagem de auto conhecimento, de reflexão. Mal regressou a casa, a primeira coisa que fez foi desistir do seu curso em San Francisco e no final do Verão desse ano, gravou as músicas que escrevera na Europa, no estúdio do pai. Aquele que seria o seu primeiro álbum comercializado por uma editora foi apelidado de “The Pirate&#8217;s Gospel”, mas muito antes de a editora chegar, já Alela o recriava em casa e vendia o mais que podia. É só em 2006 que chega a ajuda de uma editora, a Holocene Music, que vende o álbum por todo o país (EUA), tendo também sido comercializado nesse ano em Inglaterra, distribuído pela editora Names Records. Mais recentemente foi distribuído por toda a Europa e Austrália.</p>
<p>Em &#8220;To Be Still&#8221;, a sua voz ganha ainda mais expressividade graças às camadas de instrumentos adicionados à melodia, sem nunca esconder o charme e a sonoridade da voz e da música <em>folk</em>. Se é verdade que não traz nada de novo ao mundo, a audição deste novo trabalho é um verdadeiro deleite para os ouvidos, principalmente em dias de chuva, servindo na perfeição para criar momentos de abstração. No entanto, existem momentos vários no disco que requerem mais atenção do ouvinte, &#8220;Age Old Blues&#8221; com um melodia que impressiona, &#8220;The Alder Trees&#8221;, com um ritmo muito celta, são dos melhores momentos do álbum. &#8220;White as Diamonds&#8221;, é provavelmente aquilo a que poderemos chamar o tema chamariz do disco, capaz só por si de fazer vendar mais algumas unidades, e espero que isso aconteça, pois vale bem ouvi-lo umas quantas vezes…</p>
<h1>6/10</h1>
<p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://dreamsincolour.wordpress.com/2009/02/01/franz-ferdinand-musicas-para-ouvir-em-dias-de-chuva-1/"><img src="http://img.youtube.com/vi/G-_-l_NaDcw/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dreamsincolour.wordpress.com/76/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dreamsincolour.wordpress.com/76/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dreamsincolour.wordpress.com/76/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dreamsincolour.wordpress.com/76/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dreamsincolour.wordpress.com/76/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dreamsincolour.wordpress.com/76/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dreamsincolour.wordpress.com/76/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dreamsincolour.wordpress.com/76/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dreamsincolour.wordpress.com/76/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dreamsincolour.wordpress.com/76/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dreamsincolour.wordpress.com&blog=4755361&post=76&subd=dreamsincolour&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dreamsincolour.wordpress.com/2009/02/01/franz-ferdinand-musicas-para-ouvir-em-dias-de-chuva-1/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">Fernando</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="/DOCUME~1/ADMINI~1/DEFINI~1/Temp/moz-screenshot.jpg" medium="image" />

		<media:content url="/DOCUME~1/ADMINI~1/DEFINI~1/Temp/moz-screenshot-1.jpg" medium="image" />

		<media:content url="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/6/66/Tonight-FF.jpg/200px-Tonight-FF.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">tonight franz ferdinand</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://img.youtube.com/vi/G-_-l_NaDcw/2.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Grey&#8217;s Anatomy e Private Practice</title>
		<link>http://dreamsincolour.wordpress.com/2009/01/10/greys-anatomy-e-private-practice/</link>
		<comments>http://dreamsincolour.wordpress.com/2009/01/10/greys-anatomy-e-private-practice/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 23:38:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Grey's Anatomy]]></category>
		<category><![CDATA[Private Practice]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dreamsincolour.wordpress.com/2009/01/10/greys-anatomy-e-private-practice/</guid>
		<description><![CDATA[[Contêm spoilers]
“The game. They say a person either has what it takes to play or they don’t. My mother was one of the greats. Me on the other hand, I’m kinda screwed.”

 
Nome original: Grey’s Anatomy     Nome traduzido: Anatomia de Grey     Temporadas: 5 (em exibição)   [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dreamsincolour.wordpress.com&blog=4755361&post=75&subd=dreamsincolour&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><strong><font color="#ff0000">[Contêm spoilers]</font></strong></p>
<blockquote><p><em>“The game. They say a person either has what it takes to play or they don’t. My mother was one of the greats. Me on the other hand, I’m kinda screwed.”</em></p>
</blockquote>
<p><a href="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image.png"><img title="image" style="display:inline;border-width:0;margin:5px;" height="280" alt="image" src="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image-thumb.png?w=208&#038;h=280" width="208" align="left" border="0" /></a> </p>
<p><strong>Nome original:</strong> Grey’s Anatomy     <br /><strong>Nome traduzido</strong>: Anatomia de Grey     <br /><strong>Temporadas:</strong> 5 (em exibição)     <br /><strong>Ano:</strong> 2005     <br /><strong>Criador:</strong> Shonda Rhimes</p>
<p>E assim, com estas palavras de Meredith<strong> </strong>(Ellen Pompeo), começou o primeiro episódio daquela que se viria a tornar uma das séries mais vistas da actualidade (e a minha série preferida, actualmente): <strong>Grey’s Anatomy</strong> (ou Anatomia de Grey, como preferirem). Hoje, três anos e quatro temporadas depois, será que podemos olhar para trás e dizermos que a série conseguiu manter o seu grande nível de qualidade? Ou será que, como tantas outras, sucumbiu ao tempo?</p>
<p><strong><font color="#aeb300">Março de 2005</font></strong> &#8211; estavam por esta altura os fãs de “Desperate Housewives”, “Lost” e “House” a deleitar-se com a primeira temporada de cada uma destas séries de sucesso quando, no dia 27, estreou Grey’s Anatomy, com o episódio “<em>A Hard Day’s Nig</em>ht”, no qual conhecíamos as personagens principais de toda a trama: <strong>Meredith Grey</strong>, <strong>Cristina Yang</strong> (Sandra Oh), <strong>George O’Malley</strong> (T. R. Knight), Isobel “<strong>Izzie</strong>” <strong>Stevens</strong> (Katherine Heigl) e <strong>Alex Karev</strong> (Justin Chambers), cinco universitários acabados de se formarem. Esse episódio, bem como os restantes oito da primeira temporada, fizeram com que a série se tornasse um êxito instantâneo e uma segunda temporada fosse encomendada. E foi esta temporada que definiu também todos os ingredientes que os fãs apreciam nela: comédia, drama, romance, desenvolvimento de personagens e casos não só, em grande parte das vezes, insólitos mas também empolgantes. Apesar da escassez de episódios, a sua qualidade era inegável. As personagens bem escritas e carismáticas, os toques de comédia, os <u>diálogos inteligentes</u> e a abordagem mais descontraída da medicina criaram uma base de fãs composta por 18 milhões de pessoas (o que, comparando com, por exemplo, “House” e “Lost” é extremamente bom, visto que ambos tinham, na sua primeira temporada, cerca de 14 milhões).</p>
<p><a href="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image1.png"><img title="image" style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" height="155" alt="image" src="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image-thumb1.png?w=346&#038;h=155" width="346" border="0" /></a> </p>
<p>A segunda temporada (composta por 27 episódios) é, penso que quase unanimemente, a melhor das quatro (completas). Depois da surpresa do episódio “<em>Whos Zommin’ Who?</em>” (o último da primeira temporada), as vidas dos cinco estagiários complicam-se ainda mais e novos acontecimentos marcam a vida de cada um deles. Dos muitos eventos, o romance entre Izzie e Denny Duquette (Jeffrey DeanMorgan), um doente a necessitar de um transplante de coração, terá sido aquele que mais marcou os espectadores, não só pela química entre os dois actores mas também pelo desenvolvimento ao longo de mais de uma dezena de episódios, que por várias vezes nos levou a torcer para que ele sobrevivesse às várias complicações e que eles conseguissem ficar juntos (o final do episódio “<em>Deterioration of the Fight or Flight Response</em>” &#8211; que raio de nome &#8211; é um desses exemplos). E essa era a principal característica que destacou este romance dos restantes que se vêem desenrolando ao longo da série &#8211; aqui, um dos membros estava constantemente na eminência da morte, ao passo que, nos outros, muito raramente &#8211; que me lembre – isso acontecia.</p>
<p><a href="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image2.png"><img title="image" style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" height="144" alt="image" src="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image-thumb2.png?w=322&#038;h=144" width="322" border="0" /></a> </p>
<p>Quando a terceira temporada começou, a série tinha já consigo cerca de 19 milhões de fiéis seguidores e, ao contrário de “Desperate Housewives” ou “Lost”, conseguiu não só aumentar mas também manter os fãs que ganhara desde o primeiro episódio. Nesta temporada, a mais dramática das três, as vidas dos cinco continuavam a complicar-se à medida que novos problemas os continuavam a abalar. Na primeira parte desta temporada, o foco foi o segredo de Cristina e o seu par romântico, Preston Burke (Isaiah Washington), mas também muitas coisas aconteceram, como o acidente de barco, no qual uma personagem era posta em “corda-bamba”; a relação de Ava e Alex, que o mudou bastante (para melhor); a concorrência para Chefe de Cirurgia (que tem um final inesperado); o final da temporada, que realmente marca uma nova etapa para a série; a morte de várias personagens relacionadas com as principais. Esta temporada agradou-me bastante, apesar de ser considerada pelos fãs a mais fraca &#8211; apesar de discordar com eles, uma coisa é certa: várias personagens foram descartadas (ou mortas) desnecessariamente.</p>
<p><a href="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image3.png"><img title="image" style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" height="140" alt="image" src="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image-thumb3.png?w=313&#038;h=140" width="313" border="0" /></a> </p>
<p><em>“This is HighSchool with scalpels”</em> (<em>“Isto é o Liceu com bisturis”</em>), disse uma vez Callie (Sara Ramirez) e, realmente, é verdade. Apesar de ser uma série sobre medicina, Grey’s Anatomy dá também grande importância às suas personagens e todas se vão moldando consoante os eventos que vão surgindo. As mais carismáticas são provavelmente Bailey, Cristina e Addison (Kate Walsh). Se antes da terceira temporada tinha uma favorita &#8211; Meredith -, agora as coisas mudaram, devido ao desenvolvimento das restantes. Ao longo das três temporadas, assistimos a vários amores e desamores, sendo o principal o de Meredith e Derek Shepherd (Patrick Dempsey), que se conhecem no “Joe’s”, um bar muito frequentado pelas personagens, mas também os pares Callie/George, Cristina/Burke, Izzie/Denny, Izzie/Alex têm destaque.</p>
<p><a href="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image4.png"><img title="image" style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" height="142" alt="image" src="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image-thumb4.png?w=316&#038;h=142" width="316" border="0" /></a> </p>
<p>A música desempenha também um papel importante na série: os títulos de cada episódio são títulos de músicas e, de forma geral, encaixam muito bem na narrativa, sendo uma das séries que vende mais as suas colectâneas/colecções. Há que reconhecer a excelente escolha das músicas, mesmo se, ao escutá-las de novo, não venha à memória o momento exacto em que estas tocam na série… É de realçar também que a série prima por vários motivos, embora garanta uma banda sonora que nunca é desadequada, em que a música consegue levar a melhor e fazer o espectador sentir exactamente o que se pretende. E não é fácil brincar com sentimentos. </p>
<p><a href="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image5.png"><img title="image" style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" height="144" alt="image" src="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image-thumb5.png?w=321&#038;h=144" width="321" border="0" /></a> </p>
<p>Grey’s Anatomy é, juntamente com muitas mais séries, vitima dos rumores e “fofocas”, muitas delas girando à volta de Meredith Grey (Ellen Pompeo). Ellen Pompeo sem dúvida que causa uma certa divisão nos espectadores de Grey’s Anatomy<em>: o</em>u a amam, ou a odeiam (sim, um pouco como caracterizei Marissa Cooper). Eu particularmente adoro-a, por isso, reconheço que posso ser um pouco tendenciosa na sua análise. Mas temos que reconhecer: a sua personagem, Meredith Grey, até há algum tempo atrás não tinha grandes atractivos, principalmente porque a sua relação de <em>gato e rato</em> com Derek, acabou cansando e prejudicando o desenvolvimento dos dois personagens.</p>
<p><a href="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image6.png"><img title="image" style="display:inline;border-width:0;margin:5px;" height="142" alt="image" src="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image-thumb6.png?w=232&#038;h=142" width="232" align="left" border="0" /></a> Na minha opinião, Meredith Grey começou a ganhar mais corpo na metade da segunda temporada, nos episódios da bomba “<em>It’s the End of the World”</em> (2×16) e “<em>As We Know It”</em> (2×17). Parece que esses dois episódios serviram definitivamente para dar um “up” na personagem, episódios estes que receberam críticas positivas e uma indicação ao Emmy de melhor roteiro. É ainda neste período que surge um triângulo amoroso com o personagem de Chris O’Donnell (Finn, o Veterinário), previsível, mas que melhorou o aproveitamento de Meredith na série.</p>
<p>Na terceira temporada tivemos grandes episódios em que a sua presença foi relevante, especialmente naqueles em que Meredith tem que lidar com problemas pessoais com os seus pais, destacando a relação conturbada com a sua mãe, Ellis Gray (Kate Burton). A sintonia entre as duas foi tão interessante que Kate Burton também obteve uma indicação ao Emmy como melhor actriz convidada em série drama. Tivemos outros bons momentos também na trilogia “<em>Walk On Water</em>”, “<em>Drowning on Dry Land</em>” e “<em>Some Kind of Miracle</em>” (3×15 a 3×17). Achei que a importância e o destaque em cima da sua personagem cresceram muito na série nestes momentos, acabando os mesmo por serem muito importantes para o desenvolvimento da série.</p>
<p><a href="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image7.png"><img title="image" style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" height="189" alt="image" src="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image-thumb7.png?w=281&#038;h=189" width="281" border="0" /></a> </p>
<p>Na quarta temporada as coisas melhoram bastante para a personagem de Meredith Grey, tendo mais destaque e a intenção de se decidir essa parte do vai-e-vem com o Derek. Shonda Rhimes parece ter visto que uma história de encontros e desencontros não estava agradando nem a audiência e mesmo Ellen Pompeo e Patrick Dempsey manifestaram-se que a linha que seus personagens estavam a ter não era a ideal, porque essa parte da história estava&#160; a virar uma verdadeira novela mexicana – o que fez decair as audiências, nesta mesma temporada –. A presença da sua meia-irmã na série também agitou a situação, somando isso às inseguranças da já fragilizada Meredith e do regresso do seu pai trazendo ainda mais decepções à mesma. </p>
<p><a href="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image8.png"><img title="image" style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" height="210" alt="image" src="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image-thumb8.png?w=307&#038;h=210" width="307" border="0" /></a> </p>
<p>A personagem aos poucos começa-se a afirmar como um dos grandes destaques da série em contrapartida as actuações mais irregulares de seus colegas nesta última temporada, o que na minha opinião, credenciavam sim Ellen Pompeo a uma indicação para o Emmy. </p>
<p><a href="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image9.png"><img title="image" style="display:inline;margin-left:0;margin-right:0;border-width:0;" height="274" alt="image" src="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image-thumb9.png?w=206&#038;h=274" width="206" align="left" border="0" /></a> </p>
<p><strong>Nome original:</strong> Private Practice     <br /><strong>Nome traduzido</strong>: Private Practice     <br /><strong>Temporadas:</strong> 2 (em exibição)     <br /><strong>Ano:</strong> 2007     <br /><strong>Criador:</strong> Shonda Rhimes</p>
<p>Um bom trunfo da produção de Grey’s Anatomy foi a criação de Private Practice. Uma semana antes da estreia oficial no canal ABC, o primeiro episódio de Private Practice já estava na internet. A exibição do piloto em Maio num episódio da Quarta Temporada de Grey’s Anatomy visava uma renovação e ajudou a clarear as ideias da criadora Shonda Rhimes, permitindo que ela verificasse o que não deu certo e reentrar com uma outra essência. As críticas foram impiedosas, mas o público fez a sua parte e os episódios alcançaram 20 milhões de telespectadores cada, ganhando inicialmente 13 novos episódios. Passado todo o negativismo em torno da nova série, Shonda Rhimes teve que repensar os seus conceitos e decidir se queria fazer uma cópia adulta e apimentada da original ou uma versão mais leve, menos dramática e mais cómica.</p>
<p><a href="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image10.png"><img title="image" style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" height="148" alt="image" src="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image-thumb10.png?w=329&#038;h=148" width="329" border="0" /></a> </p>
<p>O seu primeiro episódio é diferente, mas no bom sentido. Esqueçam o piloto exibido meses atrás e vamos nos concentrar apenas no que veio a seguir ao primeiro episódio. Shonda Rhimes é mestre em conciliar situações dramáticas com comédia e aqui funcionou excelentemente bem, beneficiada pela leveza do episódio.</p>
<p>Em entrevista ao EW, Rhimes quis deixar bem claro que Private Practice seria o oposto da original. Mas o oposto em que sentido? Eu explico. Mais leve, tranquila, sem aquela loucura que é em<em> </em>Grey’s, com milhões de coisas acontecendo no mesmo tempo, e nem é sua intenção transformar a clínica num bordel (ok, bordel foi forte, mas vocês perceberam). Algo que se veja e se perceba que não é uma Grey’s Anatomy 2.0 e sim algo completamente novo.</p>
<p><a href="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image11.png"><img title="image" style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border-width:0;" height="209" alt="image" src="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image-thumb11.png?w=304&#038;h=209" width="304" border="0" /></a> </p>
<p>Baseando apenas no primeiro episódio, é possível afirmar que eles conseguiram. Aqueles diálogos constrangedores não existem mais. A Addison está mais solta e sem medos. Conversas com o elevador? Jamais. E a sede sexual dos personagem foi quase totalmente deixada de lado. Os quarenta e dois minutos do episódio passam num piscar de olhos.</p>
<p>Private Practice não é aquela maravilha, mas está no caminho certo. Enquanto Grey’s Anatomy começou com uma primeira temporada irregular (óptimo piloto, alguns episódios apenas <em>ok</em>, e um grande season finale), Private Practice vem até aqui fazendo uma temporada de estreia mais regular, sendo que a sua maior rival será ela mesma. Se os roteiros seguirem a linha dos episódios já estreados, em breve não&#160; será mais lembrada como o spin-off de Grey’s Anatomy.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dreamsincolour.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dreamsincolour.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dreamsincolour.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dreamsincolour.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dreamsincolour.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dreamsincolour.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dreamsincolour.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dreamsincolour.wordpress.com/75/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dreamsincolour.wordpress.com/75/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dreamsincolour.wordpress.com/75/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dreamsincolour.wordpress.com&blog=4755361&post=75&subd=dreamsincolour&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dreamsincolour.wordpress.com/2009/01/10/greys-anatomy-e-private-practice/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">Ceresia</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image-thumb.png" medium="image">
			<media:title type="html">image</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image-thumb1.png" medium="image">
			<media:title type="html">image</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image-thumb2.png" medium="image">
			<media:title type="html">image</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image-thumb3.png" medium="image">
			<media:title type="html">image</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image-thumb4.png" medium="image">
			<media:title type="html">image</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image-thumb5.png" medium="image">
			<media:title type="html">image</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image-thumb6.png" medium="image">
			<media:title type="html">image</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image-thumb7.png" medium="image">
			<media:title type="html">image</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image-thumb8.png" medium="image">
			<media:title type="html">image</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image-thumb9.png" medium="image">
			<media:title type="html">image</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image-thumb10.png" medium="image">
			<media:title type="html">image</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/image-thumb11.png" medium="image">
			<media:title type="html">image</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Trabalho final da cadeira de MA &#8211; 1ºFase</title>
		<link>http://dreamsincolour.wordpress.com/2009/01/08/trabalho-final-da-cadeira-de-ma-1%c2%bafase/</link>
		<comments>http://dreamsincolour.wordpress.com/2009/01/08/trabalho-final-da-cadeira-de-ma-1%c2%bafase/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 10:59:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inquéritos]]></category>
		<category><![CDATA[The O.C]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho Final da Cadeira de MA]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[séries]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dreamsincolour.wordpress.com/?p=41</guid>
		<description><![CDATA[Obrigada a todos [Bruno, Nuno, Ruben, João, Nádia, Margarida, Sónia, Marina e Francisco] os que me ajudaram a concluir a primeira fase da pesquisa de uma das séries que vou &#8220;recriar&#8221; e de certa forma reciclar no trabalho final da cadeira de Movimento e Animação.
Irei enviar para todos os que foram &#8220;inquiridos&#8221;, por e-mail, o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dreamsincolour.wordpress.com&blog=4755361&post=41&subd=dreamsincolour&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Obrigada a todos [Bruno, Nuno, Ruben, João, Nádia, Margarida, Sónia, Marina e Francisco] os que me ajudaram a concluir a primeira fase da pesquisa de uma das séries que vou &#8220;recriar&#8221; e de certa forma reciclar no trabalho final da cadeira de Movimento e Animação.<br />
Irei enviar para todos os que foram &#8220;inquiridos&#8221;, por e-mail, o resultado final. Para quem não respondeu, ou não tem forma de receber o resultado por msn ou e-mail da minha parte, façam o download do mesmo <a href="http://www.megaupload.com/pt/?d=58VSMNKU" target="_blank">aqui</a>.<br />
Agradecer também à Krystel que me ajudou nalguns detalhes não menos importantes como a revisão da parte teórica tal como na conversão das respostas em dados concretos.<br />
Talvez, em breve, responda eu própria aos tópicos pedidos no inquérito. :)</p>
<p style="text-align:center;">Quanto à pergunta que eu coloquei de &#8220;Qual era a série que foi cancelada e que deveria ter continuado?&#8221;, a votação foi renida principalmente entre Dawson&#8217;s Creek e Tru Calling. Eis os resultados da já resolvida questão:<br />
<a href="http://i43.tinypic.com/1zhwsw.jpg"><img class="aligncenter" title="resultados" src="http://i43.tinypic.com/1zhwsw.jpg" alt="" width="344" height="98" /></a></p>
<p>Próxima questão, irá servir para decidir quais serão as séries que irei abordar no meu trabalho, juntamente com The O.C, Grey&#8217;s Anatomy e Dawson&#8217;s Creek. Os resultados serão meramente orientadores, as mais votadas poderão não ser as que eu escolherei e vice-versa:</p>
<p style="text-align:center;"><a name="pd_a_1256846"></a><div class="PDS_Poll" id="PDI_container1256846" style="display:inline-block;"></div><script type="text/javascript" language="javascript" charset="utf-8" src="http://static.polldaddy.com/p/1256846.js"></script>
		<noscript>
		<a href="http://answers.polldaddy.com/poll/1256846/">View This Poll</a><br/><span style="font-size:10px;"><a href="http://answers.polldaddy.com">opinion</a></span>
		</noscript></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Próxima Crítica:</strong> Grey&#8217;s Anatomy</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dreamsincolour.wordpress.com/41/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dreamsincolour.wordpress.com/41/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dreamsincolour.wordpress.com/41/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dreamsincolour.wordpress.com/41/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dreamsincolour.wordpress.com/41/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dreamsincolour.wordpress.com/41/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dreamsincolour.wordpress.com/41/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dreamsincolour.wordpress.com/41/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dreamsincolour.wordpress.com/41/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dreamsincolour.wordpress.com/41/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dreamsincolour.wordpress.com&blog=4755361&post=41&subd=dreamsincolour&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dreamsincolour.wordpress.com/2009/01/08/trabalho-final-da-cadeira-de-ma-1%c2%bafase/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">Ceresia</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://i43.tinypic.com/1zhwsw.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">resultados</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Primeira Pesquisa</title>
		<link>http://dreamsincolour.wordpress.com/2009/01/03/primeira-pesquisa/</link>
		<comments>http://dreamsincolour.wordpress.com/2009/01/03/primeira-pesquisa/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 03 Jan 2009 12:33:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Inquéritos]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dreamsincolour.wordpress.com/?p=37</guid>
		<description><![CDATA[
       <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dreamsincolour.wordpress.com&blog=4755361&post=37&subd=dreamsincolour&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;">
<a name="pd_a_1242855"></a><div class="PDS_Poll" id="PDI_container1242855" style="display:inline-block;"></div><script type="text/javascript" language="javascript" charset="utf-8" src="http://static.polldaddy.com/p/1242855.js"></script>
		<noscript>
		<a href="http://answers.polldaddy.com/poll/1242855/">View This Poll</a><br/><span style="font-size:10px;"><a href="http://answers.polldaddy.com">polls</a></span>
		</noscript></p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dreamsincolour.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dreamsincolour.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dreamsincolour.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dreamsincolour.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dreamsincolour.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dreamsincolour.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dreamsincolour.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dreamsincolour.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dreamsincolour.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dreamsincolour.wordpress.com/37/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dreamsincolour.wordpress.com&blog=4755361&post=37&subd=dreamsincolour&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dreamsincolour.wordpress.com/2009/01/03/primeira-pesquisa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">Ceresia</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>The O.C</title>
		<link>http://dreamsincolour.wordpress.com/2009/01/02/the-oc/</link>
		<comments>http://dreamsincolour.wordpress.com/2009/01/02/the-oc/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 02 Jan 2009 22:40:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipa</dc:creator>
				<category><![CDATA[The O.C]]></category>
		<category><![CDATA[séries]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dreamsincolour.wordpress.com/?p=27</guid>
		<description><![CDATA[
Nome original: The O.C. (Orange County)
Nome traduzido: O.C.: Na Terra dos Ricos
Temporadas: 4
Ano: 2003
Criador: Josh Schwartz
Slogans:
- &#8220;The O.C. Orange County, It&#8217;s where all the beautiful people live.&#8221;
- &#8220;The best new show of the summer is coming this fall.&#8221;
- &#8220;It&#8217;s nothing like where you live. And nothing like what you imagine.&#8221;
- &#8220;The Sun Is Setting On [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dreamsincolour.wordpress.com&blog=4755361&post=27&subd=dreamsincolour&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="alignleft size-full wp-image-29" style="margin-left:7px;margin-right:7px;" title="oc_promos2_cast011" src="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/oc_promos2_cast011.jpg?w=322&#038;h=489" alt="oc_promos2_cast011" width="322" height="489" /><strong></strong></p>
<p><strong>Nome original:</strong> The O.C. (Orange County)<br />
<strong>Nome traduzido</strong>: O.C.: Na Terra dos Ricos<br />
<strong>Temporadas:</strong> 4<br />
<strong>Ano:</strong> 2003<br />
<strong>Criador:</strong> Josh Schwartz<br />
<strong>Slogans:</strong><br />
- &#8220;The O.C. Orange County, It&#8217;s where all the beautiful people live.&#8221;<br />
- &#8220;The best new show of the summer is coming this fall.&#8221;<br />
- &#8220;It&#8217;s nothing like where you live. And nothing like what you imagine.&#8221;<br />
- &#8220;The Sun Is Setting On The OC&#8221;</p>
<p>The O.C conta a história de Ryan Atwood, um adolescente <em>mal orientado</em> com uma vida atribulada numa comunidade pobre do interior. É adoptado pelos Cohen, família que vive numa das melhores comunidades balneares da Califórnia: Newport. Aí conhece o filho dos Cohen, Seth, que, com o tempo, passa a ser o seu melhor amigo. Faz também uma &#8220;amizade especial&#8221; com a vizinha do lado, Marissa, a típica <em>Girl Next Door</em>, que tem tanto de bela como de instável.<br />
_____________________________________________________</p>
<p><em>Houve um dia, em que tudo mudou. Era um final de tarde de Verão, tinha acabado de sair da piscina e, ainda a secar o corpo e o cabelo, coloquei no DVD aquilo que esperava ser Bruce Almighty [Todo Poderoso]. Enquanto o leitor lia o DVD, fui caminhando para a casa de banho para ir buscar um roupão de banho quando, pelo o caminho, os primeiros acordes de uma música onde se repetia até à exaustão &#8220;California Here We Come&#8221; entoavam pela casa. Peguei no comando e coloquei em &#8220;Play&#8221;, movida pela curiosidade daquelas cenas juvenis que pertenciam ao DVD que tinha sido, certamente, trocado por engano.</em></p>
<p>Foi desta forma que The O.C entrou na minha vida e, durante muitos anos, no meu pensamento, já que se tornou um vício. Foi, claramente, um marco da juventude de muita gente. Adaptou-se de maneira estupenda a qualquer vida e qualquer pessoa.</p>
<p>Não foi uma série perfeita mas tinha um poder (contrariamente à sua &#8220;inspiração&#8221; <strong>Dawson&#8217;s Creek</strong>) que era de conquistar, em qualquer momento. Mesmo nos momentos &#8220;baixos&#8221; de The O.C fui capaz de dizer mal. Apaixonante &#8220;no bom e no mau&#8221;.</p>
<p>A primeira coisa que salta à vista em The O.C são os fantásticos valores de <span style="text-decoration:underline;">produção</span> . A Califórnia é um sítio lindo, mas a realização, a fotografia, as cores e o ambiente criado pela equipa de produção faz com que pareça um paraíso. Experimentem ver as filmagens reais ou as cenas sem o tratamento final e observem a diferença. Extremamente bem feito. Dá vontade de pegar nas havaianas e ir a correr para a praia.</p>
<p>O <span style="text-decoration:underline;">enredo</span>, que começa com a história típica, mas sempre engraçada e actual do rapaz que não se integra, vai muito mais longe e encontra o equilíbrio perfeito entre os episódios. Tem um óptimo sentido de continuidade e cada episódio não deixa de ser único.</p>
<p>O <span style="text-decoration:underline;">casting</span> foi muito bem escolhido com um portfólio de actores pouco ou nada conhecidos na altura, mas muito competentes e que assentam no papel como uma luva. Por exemplo, no papel de Marissa está Mischa Barton, que embora seja menosprezada pelos críticos, era impossível arranjar melhor. Outro personagem bastante peculiar é Seth Cohen que está muito bem representado por Adam Brody, sendo uma personagem refrescante e nunca cansativa. Destaque também para os actores que interpretam os Cohen muito bem. Benjamin McKenzie também muito bem no papel de Ryan. É sempre difícil encontrar um bom actor principal, principalmente quando é uma personagem jovem, mas Benjamin é um excelente actor e a prova disso não são as falas, mas a expressão corporal, principalmente dos olhos.</p>
<p>A <span style="text-decoration:underline;">música</span> é talvez o aspecto mais original em The O.C. O expoente máximo! Nem gigantes de audiências como <strong>Grey&#8217;s Anatomy</strong> e <strong>House MD</strong> que são brindados com bandas sonoras dispendiosas de algumas bandas do momento conseguem competir com esta. De tal maneira bem escolhida e implementada que transforma o ambiente. A única série que se poderia assemelhar neste campo seria talvez <strong>Smallville</strong>, mas nem esta série veterana e especialista no campo da música consegue chegar ao nível a que The O.C se encontrou, na altura.</p>
<p>The O.C era uma série <em>teen</em> que dialogava com diferentes públicos, sem nunca se esquecer de como tratar o seu público alvo (ou seja, como adolescentes e não como idiotas, algo que as séries <em>teen</em> geralmente têm uma certa dificuldade em fazer).<br />
Surgindo como um <em>hit</em> junto do público e da crítica no ano de 2003, The O.C tornou-se conhecida graças aos seus personagens carismáticos, aos seus diálogos espertos e à sua banda sonora pop/alternativa.</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-30" title="marissadeath" src="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/marissadeath.jpg?w=300&#038;h=168" alt="marissadeath" width="300" height="168" />A sua má fase veio na 3ª temporada quando, negando o seu ingrediente de maior potencial (humor sarcástico e ácido), The O.C assumiu um carácter absolutamente melodramático que viria a culminar num dos poucos momentos acertados da temporada, apontado também como um dos principais motivos para o final da série: no seu último episódio, 25º episódio da terceira temporada, The O.C dava <em>cabo da vida</em> da sua própria protagonista, a problemática Marissa Cooper (Mischa Barton), uma personagem trágica que teve um final condizente com o seu desenvolvimento na série e que fez lembrar muito Lana Lang (de <strong>Smallville</strong>): os fãs estão todos contra ela, mas quando a mesma se vai embora, deixam de ver a série. E foi isso que aconteceu.</p>
<p>Apesar deste último ponto, na sua 4ª temporada, The O.C voltava criativamente renovada, mas com os seus dias de existência contados. Assim, acompanhámos os passos finais de cada personagem, especialmente do trio protagonista, agora prestes a entrar na fase adulta. Enquanto Ryan (Ben Mckenzie) e Summer (Rachel Bilson) se vêem obrigados a seguir em frente após a morte de Marissa, Seth (Adam Brody) amarga dúvidas não só quanto à futura profissão, mas também quanto ao seu relacionamento com Summer. No meio de tudo isto, Julie Cooper (Melinda Clarke, uma das melhores personagens da série), amparada pela família Cohen, tenta reconstruir a sua vida após a morte da filha, e a divertidíssima Taylor (Autumn Reeser) finalmente ganha espaço próprio na trama, sendo uma das grandes responsáveis pela revitalização da série.</p>
<p>Assim, a história de Ryan Atwood, o rapaz pobre adoptado pelo promotor público Sandy Cohen (Peter Gallagher, esta sim, na minha opinião a melhor personagem da série), chega ao fim, destacando-se por tratar de temas universais, como a relação entre pais e filhos e as dificuldades da passagem da adolescência para a idade adulta.</p>
<p>Um excelente <em>teen drama</em> que teve altos e baixos, mas que manteve uma história interessante até ao fim. O fim foi muito satisfatório. Mas a pergunta persiste: se não tivessem matado Marissa, será que a série ainda estava no ar? Será que voltaria a ter a qualidade da primeira temporada?<br />
Apesar das questões, o final de The O.C já era esperado. Mas não é porque era esperado que não foi sentido. The O.C foi uma das poucas séries que despertou paixões, dividindo telespectadores como fanáticos apoiantes de clubes. Ninguém acha The O.C mais ou menos: ou se ama ou se odeia Ryan e Cª.</p>
<p>The O.C foi ainda uma das melhores <em>teen drama</em> por saber criar situações extremamente reais num universo completamente irreal. Neste ponto The O.C foi além de <strong>Beverly Hills</strong>, pois soube criar personagens mais tridimensionais, ao mesmo tempo que espertamente dinamizou a herança de <strong>Dawson&#8217;s Creek</strong> ao colocar no ecrã jovens com dificuldade, muitas dificuldades, de se expressar. Típico da juventude, enterrar as conquistas da geração anterior.</p>
<p>Mas também está certo quem critica a série. Mesmo não se levando a sério enquanto entretenimento, The O.C foi vítima do seu sucesso. Sofreu em razão dos egos dos seus jovens protagonistas (bem dizia Hitchcock, &#8220;actores deveriam ser tratados como gado&#8221;) e especialmente nas mãos dos executivos da Fox, que esticaram temporadas a seu belo-prazer e forçaram os produtores a alterar o rumo da série para provocar audiência. Sim, foram quatro anos num carrossel de altos e baixos. Mas grandes séries precisam de fases más, como relacionamentos precisam de crises.</p>
<p>Sempre que elogiei The O.C fui recebida debaixo de algumas críticas. Que venham as críticas, mas que venha também o consolo: afinal, no dia 22 de Fevereiro de 2007 acordei sentindo-me um pouco órfã.</p>
<p>Simplesmente não existe outra do género com a mesma qualidade. <strong>Gossip Girl</strong>, do mesmo criador, é um pouco pobre; <strong>Hidden Palms</strong> foi uma boa tentativa, mas não passou disso; a canadiana <strong>Edgemont</strong> é uma boa série, mas não teve, nem de perto nem de longe, os mesmos recursos que The O.C teve.</p>
<p>Capaz de se auto-referenciar, e até mesmo se criticar dentro da própria série (através do programa fictício The Valley), The O.C teve o talento de encontrar a mistura perfeita entre humor e melodrama numa série <em>teen</em>. Na sua curta, mas intensa trajetória, teve 92 episódios distribuídos ao longo de quatro temporadas, chegando a fazer mais de 10 milhões de expectadores na sua melhor fase. Na sua última temporada, amargou uma audiência de cerca de 4 milhões de expectadores, contra os <em>arrasa-quarteirões</em> <strong>Grey&#8217;s Anatomy</strong> e <strong>CSI</strong>, sendo cancelada mesmo tendo boa parte da crítica norte-americana do seu lado. Ainda assim, deixa a sua marca não apenas por ter se tornado um <em>hit</em> quase que instantâneo, mas principalmente por revitalizar um gênero sempre explorado com muito <em>cliché</em> e pouca criatividade.</p>
<p><strong>Resumindo:</strong> The O.C. é o rei do seu género e o ponto alto do seu criador sendo das poucas séries de adolescentes que dá bastante importância aos personagens adultos sendo também atraente para essa faixa etária.</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dreamsincolour.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dreamsincolour.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dreamsincolour.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dreamsincolour.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dreamsincolour.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dreamsincolour.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dreamsincolour.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dreamsincolour.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dreamsincolour.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dreamsincolour.wordpress.com/27/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dreamsincolour.wordpress.com&blog=4755361&post=27&subd=dreamsincolour&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dreamsincolour.wordpress.com/2009/01/02/the-oc/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">Ceresia</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/oc_promos2_cast011.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">oc_promos2_cast011</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2009/01/marissadeath.jpg?w=300" medium="image">
			<media:title type="html">marissadeath</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Closer: Perto Demais</title>
		<link>http://dreamsincolour.wordpress.com/2008/11/24/closer-perto-demais/</link>
		<comments>http://dreamsincolour.wordpress.com/2008/11/24/closer-perto-demais/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2008 22:27:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Closer: Perto Demais]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dreamsincolour.wordpress.com/?p=22</guid>
		<description><![CDATA[
&#8220;If you believe in love at first sight, you never stop looking.”

T.O.: Closer. Realização: Mike Nichols. Elenco: Jude Law, Julia Roberts, Clive Owen, Natalie Portman. Nacionalidade: EUA, 2004.

Longe da comédia romântica, “Closer” traz-nos a tragédia do amor, numa rede apertada de ciúme, desejo e traição.
Dan (Jude Law), um escritor falhado que escreve obituários, cruza-se com [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dreamsincolour.wordpress.com&blog=4755361&post=22&subd=dreamsincolour&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-25 aligncenter" title="perto-demais-poster01" src="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2008/11/perto-demais-poster01.jpg?w=338&#038;h=500" alt="perto-demais-poster01" width="338" height="500" /></p>
<p style="text-align:center;">&#8220;If you believe in love at first sight, you never stop looking.”</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2008/11/4_estrelas.jpg"><img class="size-full wp-image-24 aligncenter" title="4_estrelas" src="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2008/11/4_estrelas.jpg?w=78&#038;h=19" alt="4_estrelas" width="78" height="19" /></a></p>
<p><strong>T.O.:</strong> Closer. <strong>Realização:</strong> Mike Nichols. <strong>Elenco:</strong> Jude Law, Julia Roberts, Clive Owen, Natalie Portman. <strong>Nacionalidade:</strong> EUA, 2004.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-23" title="photo_07" src="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2008/11/photo_07.jpg?w=400&#038;h=274" alt="photo_07" width="400" height="274" /></p>
<p>Longe da comédia romântica, “Closer” traz-nos a tragédia do amor, numa rede apertada de ciúme, desejo e traição.</p>
<p>Dan (Jude Law), um escritor falhado que escreve obituários, cruza-se com Alice (Natalie Portman), recém-chegada dos Estados Unidos, no meio de uma rua de Londres. Amor à primeira vista. Mas, como diz o subtítulo, <em>se acreditamos nesse amor instantâneo, nunca iremos parar de olhar</em>. E é isso que acontece. Passado uns meses, Dan conhece Anna (Julia Roberts) numa sessão fotográfica e esse é o início de um trágico desmoronar de valores.</p>
<p>À semelhança do encontro de Dan e Alice, o de Anna e Larry (Clive Owen), motivado por uma confusão de identidades através de um chat de Internet, é também ele metafórico, no que respeita à ignorância e ao engano de que serão alvo, pelos outros e também pelos seus próprios sentimentos.</p>
<p>A verdade é constantemente evocada, e aparece muitas vezes misturada com uma crua honestidade, sem compaixão. Mas nenhum deles é sincero, a não ser na sua infidelidade. Anna procura a verdade, mas adia-a repetidamente (aliás, a inércia do personagem será talvez o ponto mais fraco desta história). Larry joga com os sentimentos dos outros para conseguir o que pretende: Anna. Dan exige a verdade, mas mostra-se ressentido quando a encontra. Alice, habituada à ilusão na sua profissão de stripper, parece ser a única que assume e luta pelo seu compromisso, fiel ao amor que sente.</p>
<p>Como a maioria dos filmes interessantes sobre sexo, a adaptação da peça de Patrick Marber, é sobretudo conversa. Um poderoso diálogo, expressivo em termos sexuais e tão vivo que nos pode esgotar. Mas de uma força dramática que pode bem abster-se de recorrer à montagem fácil de um jogo de lençóis. O sexo verbal que domina o filme é vigoroso, compulsivo, por vezes doloroso e ocasionalmente divertido.</p>
<p>Nichols fecha os planos nas caras dos actores, para que vejamos a dor e o sofrimento de perto. Evidencia o desequilíbrio com cortes cronológicos na narrativa (de meses e até anos), que nos são indicados apenas no diálogo. Com efeito, muita da acção decorre fora do ecrã, nesses espaços de tempo. Vemos as causas e as consequências apenas. Como fotografias coladas.</p>
<p>Por isso os personagens aparecem algo abstractos, sem família, amigos, passado ou futuro. Fica a sensação de que todos vivem num constante tumulto emocional e que só existem em relação a cada um dos outros. Apesar disso, o trabalho de representação é bastante consistente. Mas se tivesse de salientar alguém, seria Owen, talvez por ter o personagem mais denso.</p>
<p>“Closer” fala sobre pele: afinal de contas, existe uma stripper e um dermatologista (Larry). A pele como elemento de contacto com os outros, a pele como protecção e como barreira. Mas uma das cenas mais fortes do filme, que se desenrola no local de trabalho de Alice, é mais memorável pela nudez emocional de Larry do que pela nudez física de Alice. Quanto à pele do espectador, essa fica a cargo da voz de Damien Rice, no belíssimo tema The Blower’s Daughter.</p>
<p>Ao contrário das histórias românticas habituais, “Closer” tem a virtude da imprevisibilidade. Como a vida, como o amor. Nem um nem outro isentos de dificuldades, de dores, de culpa. Quanto mais perto chegamos de alguém, maior a probabilidade de nos magoarmos. Mas valeria a pena viver as coisas de outro modo?</p>
<p><span id="more-22"></span></p>
<p><strong>CITAÇÕES:</strong><br />
“- You women don&#8217;t understand the territory&#8230; because you ARE the territory. CLIVE OWEN (Larry)<br />
- It&#8217;s not a war.” NATALIE PORTMAN (Alice)</p>
<p>“Have you ever seen a human heart? It is like a closed fist wrapped in blood.” CLIVE OWEN (Larry)</p>
<p>“I don’t love you anymore, goodbye.” NATALIE PORTMAN (Alice)</p>
<p>“I know who you are. I love you. I love everything about you that hurts.” CLIVE OWEN (Larry)</p>
<p>“Where is this &#8220;love&#8221;? I can&#8217;t see it, I can&#8217;t touch it. I can&#8217;t feel it. I can hear it. I can hear some words, but I can&#8217;t do anything with your easy words.” NATALIE PORTMAN (Alice)</p>
<p>“What&#8217;s so great about the truth? Try lying for a change &#8211; it&#8217;s the currency of the world.” JUDE LAW (Dan)</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dreamsincolour.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dreamsincolour.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dreamsincolour.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dreamsincolour.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dreamsincolour.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dreamsincolour.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dreamsincolour.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dreamsincolour.wordpress.com/22/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dreamsincolour.wordpress.com/22/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dreamsincolour.wordpress.com/22/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dreamsincolour.wordpress.com&blog=4755361&post=22&subd=dreamsincolour&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dreamsincolour.wordpress.com/2008/11/24/closer-perto-demais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">Ceresia</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2008/11/perto-demais-poster01.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">perto-demais-poster01</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2008/11/4_estrelas.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">4_estrelas</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://dreamsincolour.files.wordpress.com/2008/11/photo_07.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">photo_07</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Radiohead</title>
		<link>http://dreamsincolour.wordpress.com/2008/09/07/radiohead/</link>
		<comments>http://dreamsincolour.wordpress.com/2008/09/07/radiohead/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 00:33:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Radiohead]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dreamsincolour.wordpress.com/?p=12</guid>
		<description><![CDATA[
&#8220;I want to be in a band when I get to heaven / anyone can play guitar and they won&#8217;t be a nothing any more&#8221;. Quando Thom Yorke escreveu estes versos em &#8220;Anyone Can Play Guitar&#8221;, de Pablo Honey, inaugurando a discografia dos Radiohead, não sabia que se tornaria líder de uma das mais celebradas, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dreamsincolour.wordpress.com&blog=4755361&post=12&subd=dreamsincolour&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><a href="http://ceresia.files.wordpress.com/2008/09/radiohead2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-134" src="http://ceresia.files.wordpress.com/2008/09/radiohead2.jpg?w=341&#038;h=115" alt="" width="341" height="115" /></a></p>
<p><em>&#8220;I want to be in a band when I get to heaven / anyone can play guitar and they won&#8217;t be a nothing any more&#8221;</em>. Quando Thom Yorke escreveu estes versos em &#8220;Anyone Can Play Guitar&#8221;, de <strong>Pablo Honey</strong>, inaugurando a discografia dos Radiohead, não sabia que se tornaria líder de uma das mais celebradas, cultuadas e mal compreendidas bandas da &#8220;virada&#8221; do século. O menino franzino, que se juntou a quatro amigos &#8211; Ed O&#8217;Brien (guitarra), John Greenwood (guitarra e teclados), Colin Greenwood (baixo) e Phil Selway (bateria) &#8211; na sua cidade natal, Oxford, para tocar rock no inicio da década de 90, tornou-se um dos melhores letristas de nosso tempo e os Radiohead um dos melhores grupos da actualidade.</p>
<p>Os seus versos falavam da sensação de &#8220;não-pertencimento&#8221;, de inadequação à realidade imposta. &#8220;Creep&#8221;, primeiro single, tornou-se uma espécie de hino &#8220;loser&#8221; ao estoirar nas rádios de todo o mundo e mostrou o caminho que a poética do grupo seguiria (&#8220;<em>I&#8217;m a creep / I&#8217;m a weirdo / What the hell I&#8217;m doing here / I don&#8217;t belong here</em>&#8220;). Entretanto, a sonoridade mudou muito deste a estreia da banda em 1993 até <strong>In Rainbows</strong>, sétimo álbum do Radiohead.</p>
<p><strong>Pablo Honey </strong>foi uma boa estreia, mas é um disco apenas regular. Rock básico, próximo de referências do underground americano como Nirvana, R.E.M. e Pixies, sem muito rebuscamento, foi meio esquecido pela imprensa britânica que vivia em êxtase com o britpop. O sucesso de &#8220;Creep&#8221; levou alguns críticos a afirmarem que Radiohead seriam uma &#8220;one hit wonder&#8221; (banda de um hit só, numa tradução livre).</p>
<p>O desmentido veio com <strong>The Bends</strong>, em 1995. O segundo disco do quinteto de Oxford trazia melodias lindas, tristes e melancólicas, e mais bem elaboradas e sofisticadas do que as anteriores. Novamente a influência vem do novo continente, especialmente de Jeff Buckley, que tinha lançado o excelente <strong>Grace</strong> um ano antes. A voz de Thom Yorke começa a brincar com os agudos e agrada muito aos que dão atenção a este belíssimo registo sonoro, num ano em que os holofotes estiveram voltados para a disputa entre &#8220;What&#8217;s The Story (Morning Glory)&#8221;, dos Oasis, e &#8220;The Grate Escape&#8221;, dos Blur. Ainda assim, <strong>The Bends</strong> rendeu três singles bem sucedidos: &#8220;Fake Plastic Trees&#8221;, &#8220;High &amp; Dry&#8221; e &#8220;Just&#8221;.</p>
<p>O introspectivo Thom, que já tinha dado boas provas de sua competência nas doze faixas de <strong>The Bends</strong>, entra definitivamente para o role de gênios da música pop com <strong>Ok Computer</strong>, álbum em que os Radiohead &#8220;desconstróiem&#8221; a fórmula tradicional da canção pop (estrofe/refrão/estrofe 2/ponte/refrão e as suas poucas variações), choca o público com a ruptura do seu estilo (menos guitarras, mais teclados e sintetizadores) e deslumbra a crítica, que elege o disco como o melhor do ano. A tristeza permanece lá. Thom continua a sentir-se um outsider, como nos versos de &#8220;Let Down&#8221; (&#8220;<em>and one day, I&#8217;m gonna grow wings / a chemical reaction / hysterical and useless / hysterical and&#8230; / let down and hanging around / crushed like a bug in the ground</em>&#8220;). Mas a timidez e o conformismo cedem espaço a um discurso mais duro contra a tal realidade imposta em &#8220;Fitter Happier&#8221;, que mais parece uma súplica contra o sistema de valores da sociedade burguesa.</p>
<p>Dois anos mais tarde, depois de terem sido comparados a Pink Floyd, pela inovação que traziam à música e também por alguns conceitos e estruturas usados pela banda, os Radiohead saciram a sede dos seus fãs e da imprensa, todos ansiosos para saber o que viria depois da obra-prima <strong>Ok Computer</strong>. Veio <strong>Kid A</strong>, e com ele uma certa decepcção de uma parcela dos admiradores da banda. Os meninos magricelos de Oxford queriam realmente experimentar coisas novas e praticamente aposentaram as guitarras neste quarto álbum. Choveram críticas ferozes contra o disco. Pessoas a falar que <strong>Kid A</strong> era um &#8220;peso morto em cima do rock&#8221;, que já vinha sendo dado como morto por sectores mais reacionários da imprensa há já algum tempo. As comparações com o grupo de Sid Barrett continuavam, com o termo &#8220;neo-progressivo&#8221; usado de maneira um tanto duvidoso, podendo ser entendido como experimental e/ou chato.</p>
<p>Mas eles não se importaram com isso. Aquele mundo a quem eram tão estranhos queria que eles se adequassem aos seus &#8220;modus operandi&#8221;? Sem entrevistas, sem videos na MTV. Sem singles e sem concertos. Apenas aquele álbum &#8220;cabeçudo&#8221;, que serviu como uma maneira de saber quem de facto estava preparado para a(s) proposta(s) da banda. A <strong>Kid A</strong> seguiu-se, alguns meses depois, <strong>Amnesiac</strong>, com músicas gravadas nas mesmas sessões de estúdio. &#8220;Sobras&#8221;, &#8220;um Kid B&#8221; alarmavam os semanários ingleses, receosos do que viria pela frente. Mas <strong>Amnesiac</strong>, para além daquele monstrinho simpático na capa, trazia de volta as guitarras. Uma espécie de &#8220;involução&#8221; do que acontecera de <strong>Ok Computer</strong> para <strong>Kid A</strong> e indícios de que ainda havia espaço para o rock na música de vanguarda dos meninos de Oxford.</p>
<p>De 2001, quando <strong>Amnesiac</strong> veio a público, ficamos sempre todos à espera dos próximos Radiohead, sempre diferentes. A banda editou, no início de 2002, o ao vivo <strong>I Might Be Wrong</strong> (óptimo consolo para aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de assistir a um concerto da banda) &#8211; com canções de <strong>Kid A</strong> e <strong>Amnesiac</strong> e uma inédita: a balada &#8220;True Love Waits&#8221;. E deram mais uma prova de que as experimentações e os bits electrônicos produzidos em estúdio e levados a palco, traduziam-se num bom rock, não convencional, é verdade, mas cheio de riffs e reverberações e linhas de baixo e percussão muito bem marcados, substituindo com maestria os sintetizadores e outros aparatos tecnológicos.</p>
<p>Mantiveram-se afastados dos olhos e ouvidos curiosos, trabalhando nas canções que entrariam no seu sexto álbum de originais. Em Julho de 2002 testaram o material numa dúzia de concertos em Portugal e Espanha (dos quais me custa recordar, já que não fui a nenhum). Olhar para Thom Yorke em cima do palco é ter a certeza de que o menino franzino que sonhava estar numa banda para deixar de ser um &#8220;nada&#8221;, conseguiu o que queria. Mesmo sem conhecer 50% das músicas apresentadas durante o concerto (metade do repertório eram as tais músicas inéditas, que estavam a ser &#8220;testadas&#8221;), o público entregou-se totalmente ao artista, como se estivesse diante de um Deus, que com a sua voz, as suas palavras e, sobretudo, com belíssimas músicas, dava aos presentes por instantes a tal sensação de &#8220;pertencimento&#8221; que não encontram na realidade.</p>
<p>Quase todas a músicas que compõe <strong>Hail To The Thief</strong> vieram a público na tournée ibérica dos Radiohead. Ao vivo, já se notava que o caminho escolhido pelos rapazes diferia das linhas traçadas nos dois últimos álbuns. Uma atmosfera um tanto jazz pairava no ar (uma linha contínua a partir de &#8220;Life In A Glass House&#8221;, última faixa de <strong>Amnesiac</strong>?). Entretanto, depois de levadas para estúdio, com a mão do produtor Nigel Godrich, o mínimo que se pode dizer sobre <strong>Hail To The Thief</strong> é que ele representa uma síntese de tudo o que a banda vem construindo há mais de dez anos.</p>
<p>Como dois e dois são&#8230;cinco, o rock, a electrônica, o jazz e outros estilos, convivem harmoniosamente neste disco, sem, necessariamente, se fundirem ou se sobreporem na mesma canção. Thom Yorke compôs melodias tão boas quanto as de <strong>The Bends</strong> que ora são acompanhadas apenas por guitarras, baixo e bateria, com arranjos de rock &#8211; como já não se fazia desde <strong>Ok Computer</strong> &#8211; , ora por batidas electrônicas quase dançantes &#8211; como as de <strong>Kid A </strong>- ou pianos, capazes tanto de suavizar como de criar uma atmosfera densa e sombria &#8211; tal como em <strong>Amnesiac</strong>. É como se estivéssemos diante de uma retrospectiva, só que com factos novos.</p>
<p>&#8220;2 + 2 = 5&#8243;, que abre o disco, é tão rock e com tanto potencial pop quanto as canções de <strong>Pablo Honey</strong>. &#8220;There There&#8221;, tem uma musicalidade deliciosa, embalada por uma percussão bem marcada e uma linha melódica bem &#8220;guitar&#8221;. E a voz de Thom, sempre deslumbrante, entoa num &#8220;quase refrão&#8221; estilo cancioneiro pop: &#8220;<em>just &#8217;cause you fell it, doesn&#8217;t mean it&#8217;s there</em>&#8220;. &#8220;There There&#8221; poderia estar em <strong>The Bends</strong> &#8211; os riffs lembram muito a faixa que dá nome ao segundo disco da banda. O mesmo se pode dizer da balada &#8220;Go To Sleep&#8221; (similar à &#8220;My Iron Lung&#8221;).</p>
<p>No meio do caminho entre as origens e o passado recente &#8211; talvez como uma &#8220;Let Down&#8221;, do <strong>Ok Computer</strong> &#8211; figura &#8220;Where I End And You Begin&#8221;, canção sobre um desencontro, envolta numa atmosfera celeste. Segue-se o clima denso com o piano acompanhado de palmas (sim, palmas) de &#8220;We Suck Young Blood&#8221; &#8211; uma nova &#8220;Pyramid Song&#8221;. Já &#8220;I Will&#8221; é triste, mas linda e doce, como &#8220;True Love Waits&#8221;. E &#8220;Myxomatosis&#8221; vem fazer jus ao rótulo de &#8220;novos Pink Floyd&#8221;, colocado pela imprensa há alguns anos.</p>
<p>A electrônica, que permeia com pequenos toques aqui e ali em quase todas as faixas do álbum, dá as cartas na dançante &#8220;The Gloaming&#8221; (poderia ser mixada pelos Chemical Brothers e fazer par com &#8220;The Test&#8221; nas pistas de dança). Em &#8220;Backdrifts&#8221;, mergulhamos num território ainda não pisado pelo Radiohead: o trip hop (impossível não lembrar Massive Attack). E ao que parece os rapazes gostaram das batidas downtempo. Lá estão elas novamente, com um quê de jazz e soul, em &#8220;Punch Up At A Weeding&#8221; &#8211; qualquer coisa muito próxima de um Groove Armada em rotação reduzida e com vocais um tanto sinistros.</p>
<p>Dessa viagem ao passado resultou <strong>Hail To The Thief</strong>, um disco que pode trazer de volta algumas ovelhas desgarradas que se perderam com <strong>Kid A</strong>, com riffs cativantes de guitarras. Um disco que entusiasma fãs fiéis por verem a banda repensar a sua sonoridade <span style="text-decoration:underline;">mais uma vez</span>, indo buscar, desta vez, nos seus próprios discos matéria-prima para experimentações. Um disco que mostra que o menino franzino e inadequado aos padrões, o freak da turma, não é mais um &#8220;Zé Ninguém&#8221;.</p>
<p>Passaram alguns anos desde <strong>Hail To The Thief</strong> e o sétimo álbum de originais de Radiohead. As saudades iam aumentando, até que chega <strong>In Rainbows</strong> que é o resultado de uma “linha editorial” que o Radiohead vinham seguindo desde o <strong>Hail To The Thief</strong>: doseando sempre muito bem os toques electronicos usados com as melodias orgânicas.</p>
<p><strong>In Rainbows</strong> é composto por momentos mais cadenciados e minimalistas dos Radiohead para resultar no mais conciso disco da banda. Talvez este seja o único disco dos Radiohead que consiga ter tanta atenção como o clássico lançado por eles há pouco mais de 10 anos (<strong>Ok Computer</strong>), mas nem tanto pela possível inovação estética que isso possa trazer para o mundo da música. É sim uma obra singular, mas por ser de uma simplicidade nunca ouvida anteriormente nos discos do Radiohead.</p>
<p>As músicas mais movimentadas, com guitarras em evidência, não possuem a força de uma “2+2=5” ou “Electioneering”, mas são tão eficientes como esses dois registos. “Jigsaw Falling Into Places”, “Bodysnatchers” e “15 Steps” são as três mais notáveis nesse campo. A primeira começa com um som de guitarra acústica e uma  bateria discreta que servem de abertura a um gemido que irá ecoar insistentemente, enquanto novos elementos vão sendo acrescentados (guitarra em crescente volume, os up and downs da voz de Thom York), fazendo dessa a melhor canção do disco. A segunda mostra como a banda ainda sabe fazer algum &#8220;estrago&#8221; (no lado positivo da questão) usando um baixo distorcido e gritos desesperados, agradando instantaneamente aos ouvintes mais impacientes. “15 Steps” é a faixa que abre o disco e já começa como mais uma daquelas coisas, sem nome e por vezes irritante de se ouvir, mas que só Thom York criou (principalmente no seu trabalho a solo) e faz. Mas, no meio desse vazio, surge uma melodia tão fácil e prazerosa de se ouvir, que dá até pra desejar um &#8220;The Eraser 2&#8243; sem medo de ser feliz.</p>
<p>Os momentos sombrios e desesperados sempre presentes nos discos do Radiohead também ficaram menos apocalípticos, já que Thom York não os usa para repreender políticos megalômanos ou falar da mecanização-do-homem-no-mundo-moderno. Desta vez, só falam dele e de outra pessoa, sendo esta, geralmente, a causa de tanto lamento. “Faust Arp” lembra uma “True Love Waits” bem melhorada, só voz, guitarra acústica e violino compondo a música mais vendível do disco.</p>
<p>Mas as melhores canções para trazer à tona aquele Paranoid Android feeling (o personagem, não a música) são “Weird Fishes/Arpeggi” e “Videotape”, principalmente esta última, que encerra o disco e deixa o seu piano e as suas batidas secas a ecor por um bom tempo até que o ouvinte se sinta obrigado a reiniciá-la.</p>
<p>Se a qualidade deste disco for questionada em longo prazo, a maneira como foi vendido já o torna um marco da indústria musical: o cliente encomendou o download de <strong>In Rainbows</strong> e pagou o quanto quis, inclusive nada (1). Muitos se adiantaram até à própria banda decretando que, com esta maneira de distribuição, o disco &#8220;já era&#8221;, esquecendo-se de que a própria banda também disponibilizou para encomenda não só o cd físico, mas também a obra em vinil, e mais oito novas músicas que virão num segundo disco e num segundo vinil. Isso não é, nem de longe, uma tentativa de acabar com a obra física, mas sim de provar que há espaço no mercado e público consumidor para todos os suportes de música.</p>
<p>Não vejo a indústria musical, que ainda consegue vender mais de 400.000 cópias em uma semana de um disco de banda, seja uma industria que esteja mal de vendas. Está mal é de cabeça, por não saber como administrar e transformar as novas tecnologias em ganhos extras, sem ter que acabar com os velhos formatos ainda lucrativos. Estima-se que, só de downloads pagos pelo <strong>In Rainbows</strong>, os Radiohead tenham embolsado 4,8 milhões de libras (aproximadamente 507 milhões de euros), com um custo quase nulo de divulgação e de manutenção e criação da página www.inrainbows.com. Quando o número de encomendas da caixa especial de <strong>In Rainbows</strong> for divulgado (e sem dúvida nenhuma de que será bem expressivo), essa maneira de comercializar música será copiada exaustivamente por bandas que acham, como os Radiohead, que o seu público faz questão de possuir um álbum transportando as suas músicas, com todas as informações de quem produziu, quem tocou o quê, quem mereceu um agradecimento, enfim, quem acha que a música que se ouve precisa de uma identidade e não se resume só na quantidade de espaço que ocupa num HD ou no tempo que é comentado pela NME.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/dreamsincolour.wordpress.com/12/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/dreamsincolour.wordpress.com/12/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dreamsincolour.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dreamsincolour.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dreamsincolour.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dreamsincolour.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dreamsincolour.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dreamsincolour.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dreamsincolour.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dreamsincolour.wordpress.com/12/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dreamsincolour.wordpress.com/12/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dreamsincolour.wordpress.com/12/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dreamsincolour.wordpress.com&blog=4755361&post=12&subd=dreamsincolour&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dreamsincolour.wordpress.com/2008/09/07/radiohead/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">Ceresia</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://ceresia.files.wordpress.com/2008/09/radiohead2.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Muse</title>
		<link>http://dreamsincolour.wordpress.com/2008/09/07/muse/</link>
		<comments>http://dreamsincolour.wordpress.com/2008/09/07/muse/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 00:32:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Muse]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dreamsincolour.wordpress.com/?p=10</guid>
		<description><![CDATA[
Há uns anos atrás, em 1999, passou na MTV uma música que me chamou a atenção.
Já não me recordo qual era a música, mas lembro-me perfeitamente de um rapaz &#8220;bonito&#8221; e &#8220;fininho&#8221; agarrado a uma guitarra a gritar desalmadamente.
Ora, isso por si só pode não ser sinal de nada, mas aquilo ficou-me a moer na [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dreamsincolour.wordpress.com&blog=4755361&post=10&subd=dreamsincolour&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://ceresia.files.wordpress.com/2008/08/muse.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-105" src="http://ceresia.files.wordpress.com/2008/08/muse.jpg?w=350&#038;h=280" alt="" width="350" height="280" /></a></p>
<p>Há uns anos atrás, em 1999, passou na MTV uma música que me chamou a atenção.<br />
Já não me recordo qual era a música, mas lembro-me perfeitamente de um rapaz &#8220;bonito&#8221; e &#8220;fininho&#8221; agarrado a uma guitarra a gritar desalmadamente.<br />
Ora, isso por si só pode não ser sinal de nada, mas aquilo ficou-me a moer na cabeça, assim como o nome da banda: <strong>Muse</strong>.<br />
Naquela altura ainda não imaginava que se iriam tornar uma das minhas bandas de eleição.<br />
Passado algum tempo, finalmente consigo chegar ao álbum &#8220;<strong>Showbiz</strong>&#8220;, através de um amigo (naquela altura não se conhecia Muse, ou seja, quase impossível de encontrar nas lojas) e ouvi-o atentamente.<br />
Não posso dizer que tenha sido amor à primeira vista, mas já dava para reparar que havia ali uma &#8220;estrelinha&#8221; e, ao mesmo tempo, uma bomba em contagem decrescente&#8230;<br />
A voz era capaz de cativar sentimentos antagónicos. Se por um lado, por vezes fazia lembrar Thom Yorke (Radiohead), por outro, os gritos de uma pessoa que parecia estar possuída. Conclusão, por muito que se tentasse arranjar defeitos, o gajo, passe a expressão, cantava mesmo muito bem. Apesar da comparação com Thom Yorke, Matthew Bellamy tinha uma voz muito mais potente (e afinada!).<br />
Bem, analisando este álbum um pouco mais a fundo, pode-se encontrar verdadeiras pérolas: <em>Muscle Museum</em>, um baixo e um refrão fenomenais; <em>Sunburn</em>; <em>Cave</em>; <em>Uno</em>, entre outros.<br />
Enquanto que estes temas eram acima da média, os restantes, apesar de não serem maus, não saiam muito da mediania, prejudicando o saldo final do álbum.<br />
Notava-se já ali qualquer coisa naquele trio&#8230;<br />
Dois anos passaram e surgiu &#8220;<strong>Origin of Symmetry</strong>&#8220;.<br />
Bom, acho que posso dizer que este álbum está no meu TOP 10. Em 2001, Monsanto, enfiada na tenda dos escuteiros durante a tarde por causa do temporal, dão-me a conhecer o novo LP dos Muse. Apesar de não ser o sítio ideal para se concluir alguma coisa sobre algo, fiquei com a impressão que estava perante um conjunto de temas monumentais.<br />
Consegui que mo emprestassem e trouxe-o para casa. O resto já devem imaginar.<br />
Como os ingleses dizem: &#8220;It blew off my mind&#8221;. Nunca tinha ouvido nada semelhante.<br />
Posso dizer que há um tema que ainda não consigo gostar muito: <em>Darkshines</em>.<br />
Mas o resto do álbum é perfeito. É escusado estar aqui a referir um ou outro tema, eles são todos &#8220;very high above average&#8221;, sem nunca cairem em repetição.<br />
Desde temas de puro rock, quase punk (<em>Plug in Baby</em>), temas pop com classe (<em>Bliss</em>), temas épicos (<em>New Born</em>, <em>Citizen Erased</em>) e mesmo ópera! Sim, que é que eu podia chamar a &#8220;<em>Screenager</em>&#8220;, senão um tema de ópera-rock?!<br />
Esta jovem tripla fez um trabalho que, apesar de reconhecido, penso que só daqui a uns anos se irá dar o seu real valor.<br />
Matt Bellamy é um guitarrista, pianista, cantor exímio. Um artista como há poucos, sobredotado, sem qualquer dúvida. Solos de guitarra e de piano ao alcance de poucos e com uma voz de fazer corar alguns tenores.<br />
Se há gente que agora compara Muse a Queen, eu só posso dizer que Matt é igual a Freddy Mercury e Brian May juntos.<br />
Não posso deixar passar em claro os trabalhos de Chris Wolstenholme e Dominic Howard no baixo e bateria, respectivamente.<br />
Como devem ter entendido, não há palavras que consigam descrever a grandiosidade, a majestosidade, a intensidade e a perfeição existente neste álbum.<br />
Goste-se ou não se goste, admita-se que talento não lhes falta.<br />
Finalmente, tendo já conquistado a minha fidelidade, mal saiu o álbum &#8220;<strong>Absolution</strong>&#8220;, tratei de o ir comprar. Já o tinha ouvido por alto (maravilhas da Internet), mas eles mereciam que gastasse os meus €, ainda por cima com um DVD extra.<br />
O que posso dizer é que me desiludiu bastante.<br />
Não porque  &#8220;<strong>Absolution</strong>&#8220;fosse mau, penso que tenha sido por a fasquia ter sido colocada demasiado elevada com &#8220;<strong>Origin of Symmetry</strong>&#8221; (OS).<br />
Continuam a existir temas épicos, temas hard-rock, mas os temas não parecem atingir o mesmo nível de OS. Enquanto que no anterior, os temas pareciam ligados entre si, apesar de muito distintos, fazendo uma obra fenomenal, neste álbum existem alguns temas que parecem perdidos no meio do alinhamento, como se estivessem lá para preencher algum espaço. <em>Falling Away With You</em>, por exemplo, faz em alguns momentos lembrar <em>Bliss</em>, mas o resultado final é muito menos conseguido. <em>The Small Print</em>, é um tema apenas regular, entre outros exemplos.<br />
Felizmente temos algumas grandes canções a iniciar o álbum, que apenas esporadicamente se consegue voltar a erguer, como em <em>Hysteria</em>.<br />
Conclusão: para mim, &#8220;<strong>Absolution</strong>&#8220;, apesar de continuar a ser um grande álbum, desiludiu-me profundamente, ou seja, venha o próximo!<br />
E veio o próximo: &#8220;<strong>Black Holes and Revelations</strong>&#8220;. Não desiludiou como &#8220;<strong>Absolution</strong>&#8220;, não subiu a fasquia já colocada alta com OS, simplesmente manteve-a. Sem surpresas, um álbum bem conseguido, com história, muito bem interligado.<br />
Indispensável para um melhor conhecimento da banda, é a presença num concerto, o visionamento dos videoclips, ou então, a compra do DVD oficial disponível: Hulaballo (2002), no qual presenciamos um concerto fantástico em Paris. Quanto a presenças, espero outro concerto igual ou melhor que no Rock in Rio Lisboa 2008, deste ano. Fabuloso mesmo.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/dreamsincolour.wordpress.com/10/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/dreamsincolour.wordpress.com/10/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dreamsincolour.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dreamsincolour.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dreamsincolour.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dreamsincolour.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dreamsincolour.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dreamsincolour.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dreamsincolour.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dreamsincolour.wordpress.com/10/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dreamsincolour.wordpress.com/10/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dreamsincolour.wordpress.com/10/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dreamsincolour.wordpress.com&blog=4755361&post=10&subd=dreamsincolour&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dreamsincolour.wordpress.com/2008/09/07/muse/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">Ceresia</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://ceresia.files.wordpress.com/2008/08/muse.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Franz Ferdinand</title>
		<link>http://dreamsincolour.wordpress.com/2008/09/07/franz-ferdinand/</link>
		<comments>http://dreamsincolour.wordpress.com/2008/09/07/franz-ferdinand/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 00:30:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Filipa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Franz Ferdinand]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dreamsincolour.wordpress.com/?p=8</guid>
		<description><![CDATA[
O que falar dos Franz Ferdinand que já não tenha sido dito pela imprensa mundial? A banda escocesa que, ao invés de usar apenas uma influência, usou inspirações musicais de um glossário de bandas e com isso está a conquistar cada vez mais público (a banda bateu a Beyoncé nos tops europeus, aquando a saída [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dreamsincolour.wordpress.com&blog=4755361&post=8&subd=dreamsincolour&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><a href="http://ceresia.files.wordpress.com/2008/09/franz.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-143" src="http://ceresia.files.wordpress.com/2008/09/franz.jpg" alt="" /></a></p>
<p>O que falar dos Franz Ferdinand que já não tenha sido dito pela imprensa mundial? A banda escocesa que, ao invés de usar apenas uma influência, usou inspirações musicais de um glossário de bandas e com isso está a conquistar cada vez mais público (a banda bateu a Beyoncé nos tops europeus, aquando a saída do primeiro álbum da banda), famosos (Brad Pitt é fã) e roqueiros (abrir a nova tournée de Morrissey não é para qualquer um). Trazendo muitos clichês, os Franz Ferdinand conseguiram o impossível: a aprovação da imprensa.<br />
Eles são um caso de sucesso um pouco por todo o mundo. O álbum de estreia dos escoceses Franz Ferdinand foi bastante bem recebido pela crítica internacional e pelo público. Marcado por guitarras rápidas e uma enorme descontracção, <strong>Franz Ferdinand</strong> (2004) foi considerado um dos melhores álbuns de 2004, tendo recebido o Mercury Prize nesse ano.<br />
Também, pudera. O disco de estreia é um <em>milk shake</em> de boas influências usadas no estilo “New Rock”, seguindo a filosofia: esqueçe a personalidade e toca como os teus ídolos. Na discoteca dos Franz Ferdinand há espaço para Public Image, Talking Heads, The Cure, Joy Division, New Order, The Smiths, Rolling Stones e a lista segue. Interessante também é que o álbum traz à memória novas bandas como: Strokes, The Libertines e The Walkmene.</p>
<p>Os meses e os dias foram sendo contados devagarinho, depois do disco de estreia, pelos meios de comunicação que, sobretudo nos dois meses anteriores ao lançamento do álbum, nos proporcionaram autênticos momentos de desespero com a publicação quase diária de notícias relativas aos concertos, ao cabelo e à voz do Alex Kapranos e ao lançamento, ao alinhamento, à capa, às cores, ao som e a tudo o resto de <strong>You could have it so much better</strong> (2005), que esteve para ter a mesma capa (com cores diferentes) e o mesmo título do primeiro álbum da banda. E todos os que se seguissem deveriam obedecer a este esquema. Bem, parece que o quarteto de Glasgow mudou de ideias e optou por um título mais convencional. De resto, eles têm-se em boa conta. Por isso, não estranhem o facto deles acharem que nós poderíamos “tê-lo muito melhor&#8221;. O que quer que isso seja.<br />
Quanto ao álbum propriamente dito, <strong>You could have it so much better</strong> não surpreende nem desilude. É tão bom como o seu antecessor, tão descontraído e leve, por um lado, e pretensioso e repetitivo, por outro, como seria de esperar. E acabo por gostar muito do que ouço. São vedetas &#8211; eu cá não me importo &#8211; e cobrem a música de sorrisos e frases lindas de morrer. E eu gosto disso.</p>
<p>O primeiro single retirado deste álbum, “Do You Want To”, materializa a ideia exposta. É dançável e cheia de groove. “Tu tu tu tu tu tu tu” e um videoclipe engraçado completam-se pelas televisões deste mundo. Mas é impossível ouvir a música sem se ficar espantado com a tamanha inofensibilidade da mesma: “<em>Lucky, lucky / You’re so lucky</em>”: repitam-mo até à exaustão porque eu sou capaz de acreditar. A sério.<br />
De resto e por entre “Aaaaahhhhhh” e “Oooohhhh” de diversos tipos, lá vai correndo o álbum sem apresentar grandes novidades. Ainda assim, há alguns temas que fogem à monotonia &#8211; que eu não me importo nada que exista -. “I’m Your Villain”, por exemplo, continua dançável e cheia de groove mas – e à semelhança do que acontecia com “Take Me Out” em <strong>Franz Ferdinand</strong> – as mudanças de ritmo e um baixo competente fazem desta canção um oásis no deserto (é possível que a fuga para o lugar comum surja num momento em que a própria banda se apresenta como um…lugar comum).</p>
<p>“You Could Have It So Much Better”, tal como as restantes músicas, está tecnicamente irrepreensível mas o facto de se repetir até à exaustão – como “This Boy” ou “Fade Together” – não ajuda. Pelo meio, temos outras faixas relativamente interessantes como “What You Meant” e “Evil and a Heathen”. Este último é o mais barulhento dos 13 temas deste álbum e, à semelhança de “I’m Your Villain”, uma das poucas que se escapa ao mar mediano do “nem genial, nem péssimo” a que os Franz Ferdinand nos têm habituado.</p>
<p>Eles tocam bem e tudo o resto. Mas, apesar desta qualidade incontornável, os Franz Ferdinand não são deuses – apesar de estarem perfeitamente convencidos disso &#8211; mas continuamos a gostar dessa ideia.<br />
Contemporâneos que unem criatividade e personalidade com um gostinho pelo desconhecido. Eles inventam em cima do que já foi inventado. Os Franz Ferdinand podem apenas ser apontados como a melhor das bandas que reciclam os anos 80, mas não é só isso. São bons, são divertidos, são dançantes e são &#8220;déjà vu&#8221; &#8211; mas quem é que se importa com isso? -.</p>
<img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/dreamsincolour.wordpress.com/8/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/dreamsincolour.wordpress.com/8/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dreamsincolour.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dreamsincolour.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dreamsincolour.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dreamsincolour.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dreamsincolour.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dreamsincolour.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dreamsincolour.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dreamsincolour.wordpress.com/8/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dreamsincolour.wordpress.com/8/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dreamsincolour.wordpress.com/8/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dreamsincolour.wordpress.com&blog=4755361&post=8&subd=dreamsincolour&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dreamsincolour.wordpress.com/2008/09/07/franz-ferdinand/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
	
		<media:content url="" medium="image">
			<media:title type="html">Ceresia</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://ceresia.files.wordpress.com/2008/09/franz.jpg" medium="image" />
	</item>
	</channel>
</rss>