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Setembro 7, 2008

Lembro-me da minha infância como uma infância com muitos sons. O meu pai insistia que a educação de uma criança, passava por influenciá-la a ouvir música e, mais importante, apreciá-la. Fosse de que fosse o género. Aviccionado por Vinis, sempre tive agrado de me sentar perto do meu pai e ouvir clássicos dos anos 60, 70 e 80. Apesar de ser um apaixonado por rock ‘n’ roll e country, o meu pai sempre me ensinou a respeitar e a saber admirar e perceber os outros estilos.
Chegou o dia em que fiz 10 anos e como prenda de aniversário recebi 5 cd’s com músicas de anos 60, 70, 80 e 90 (até à altura). Compilação essa que cultivou a paixão pela música. Compilação essa que juntava todo o genero de musica e a pergunta do meu pai impunha-se: “Todos temos um estilo, descobre o teu”.
Até aos 12 anos, procurei saber e conhecer a música mais a fundo. Foi nessa altura que o meu gosto musical se virou para bandas como The Cure, Stereophonics, Garbage e Placebo. Sempre com a curiosidade de conhecer a história da música, fui criando um livro onde já aí apontava todo o essencial da música.
Os anos foram passando e o gosto pela música aguçando cada vez mais. O meu estilo estava já muito fixado na música alternativa, mas nunca perdi o rasto a generos clássicos. Aos 17 anos decidi iniciar um curso de Crítica Musical, movida pela curiosidade da escrita musical.
Hoje, fã de bandas como Radiohead, Franz Ferdinand e Muse, não sei viver sem música. E não quero aprender a viver sem ela.

Blog: Ceresia.blogspot.com